Cerca de três horas após ocuparem novamente o prédio da Funasa (Fundação Nacional de Saúde), no centro de São Paulo, na manhã desta sexta-feira, índios colocaram fim às manifestações contra o órgão federal. O protesto começou na última terça-feira (5) e tinha como objetivo reivindicar mais assistência da Funasa às aldeias indígenas do Estado, além da demissão do coordenador regional, Raze Rezek.
A saída dos índios foi decidida após o presidente nacional da entidade, Danilo Forte, assinar um documento em que se compromete a cumprir algumas das reivindicações. A demissão de Rezek, no entanto, não está entre os compromissos.
Representantes indígenas também pretendem se reunir com Forte no próximo dia 20, em Brasília. Eles serão acompanhados por membros da Defensoria Pública da União, que hoje estiveram na sede da Funasa paulista negociando o acordo.
Ao sair do prédio, o cacique Darã, porta-voz dos manifestantes, afirmou que o objetivo do protesto estava cumprido e que saia satisfeito. Chorando, afirmou acreditar que os compromissos serão cumpridos. "Nossa manifestação foi pacífica. Em nenhum momento fizemos os funcionários reféns", afirmou Darã.
Logo que o prédio foi desocupado, os indígenas se reuniram em frente ao prédio e celebraram o fim das negociações com um ritual de agradecimento.
A saída dos índios foi decidida após o presidente nacional da entidade, Danilo Forte, assinar um documento em que se compromete a cumprir algumas das reivindicações. A demissão de Rezek, no entanto, não está entre os compromissos.
Representantes indígenas também pretendem se reunir com Forte no próximo dia 20, em Brasília. Eles serão acompanhados por membros da Defensoria Pública da União, que hoje estiveram na sede da Funasa paulista negociando o acordo.
Ao sair do prédio, o cacique Darã, porta-voz dos manifestantes, afirmou que o objetivo do protesto estava cumprido e que saia satisfeito. Chorando, afirmou acreditar que os compromissos serão cumpridos. "Nossa manifestação foi pacífica. Em nenhum momento fizemos os funcionários reféns", afirmou Darã.
Logo que o prédio foi desocupado, os indígenas se reuniram em frente ao prédio e celebraram o fim das negociações com um ritual de agradecimento.
Compromissos
Entre os compromissos assumidos por Forte em documento --o presidente enviou por fax um papel assinado com os itens reivindicados pelos índios-- está a liberação de materiais e equipamentos para melhorar as condições de saneamento e abastecimento de água nas aldeias, a liberação de dez veículos para atendimento à saúde dos índios e o investimento de cerca de R$ 2 milhões que estava disponível no Orçamento 2008 do órgão, mas não foi aplicado pela coordenadoria.
"As comunidades concordaram que, havendo o compromisso desses termos que foi assinado, eles deixariam de reivindicar a saída de Rezek", afirmou o defensor público João Paulo Dorini, que se reuniu na manhã de hoje com os índios para negociar o acordo.
Ele também deve acompanhar as cinco lideranças indígenas que se reunirão no próximo dia 20 com Forte. "Na nova reunião, vamos tentar firmar um termo de ajustamento de conduta para que possamos trabalhar com algo mais concreto, como datas e, eventualmente, poder exigir isso judicialmente", afirmou Dorini.
Entre os compromissos assumidos por Forte em documento --o presidente enviou por fax um papel assinado com os itens reivindicados pelos índios-- está a liberação de materiais e equipamentos para melhorar as condições de saneamento e abastecimento de água nas aldeias, a liberação de dez veículos para atendimento à saúde dos índios e o investimento de cerca de R$ 2 milhões que estava disponível no Orçamento 2008 do órgão, mas não foi aplicado pela coordenadoria.
"As comunidades concordaram que, havendo o compromisso desses termos que foi assinado, eles deixariam de reivindicar a saída de Rezek", afirmou o defensor público João Paulo Dorini, que se reuniu na manhã de hoje com os índios para negociar o acordo.
Ele também deve acompanhar as cinco lideranças indígenas que se reunirão no próximo dia 20 com Forte. "Na nova reunião, vamos tentar firmar um termo de ajustamento de conduta para que possamos trabalhar com algo mais concreto, como datas e, eventualmente, poder exigir isso judicialmente", afirmou Dorini.
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