
Desde terça-feira (5), índios de 36 aldeias do Estado de São Paulo representantes de 5.000 índios, ocupam o prédio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), na Rua Bento Freitas no Centro de São Paulo.
Eles reinvidicam melhorias do atendimento médico, no transporte para hospitais, no saneamento básico, e que o coordenador da Funasa em São Paulo, Raze Rezek, seja demitido. Rezek já pediu demissão, mas ela não foi aceita pelo presidente da fundação, Danilo Forte. Ele disse, em Brasília, que está disposto a receber uma comissão de índios, mas só daqui a 15 dias. Os índios afirmam que só deixarão o acampamento depois que o coordenador da fundação for demitido.
De acordo com o indígena Darã, vice-presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena, a manifestação pede uma atuação mais eficiente da Funasa no Estado. "O saneamento nas terras indígenas não está sendo feito, os medicamentos estão atrasados e os veículos de assistência sucateados", afirmou.
Na noite de quarta-feira (6) contrariados, os indígenas saíram do prédio.
A decisão de desocupar o edifício foi tomada quando os índios souberam, por telefone, que a Justiça Federal em São Paulo havia deferido um pedido de reintegração de posse feito pela Funasa
Os líderes do movimento afirmaram então que não querem confronto e saíram antes mesmo da chegada do oficial de Justiça que trouxe a ordem de desocupação.Os indígenas decidiram, porém, continuar mobilizados, mas a pressão continua e eles dizem que vão manter o protesto.
Eles passaram a madrugada na calçada, improvisando acampamento em frente à sede da Coordenação Regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Os líderes do movimento pediram apoio ao Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo. A solicitação foi aceita e, na noite desta quinta-feira, receberam 150 cobertores e água.
A previsão é que uma nova reunião aconteça às 14h desta sexta-feira (8) com representantes da Funasa e do Ministério Público Federal na sede da defensoria, na Rua da Consolação.
Entretanto, os índios afirmam que só deixarão o acampamento depois que o coordenador da fundação for demitido.
Muitas noticias andam circulando pela mídia que na Funasa muitos funcionários estão como reféns, com relação aos “reféns”, o Cacique Guaracy nega que os funcionários sejam reféns dos indígenas. "Nós não estamos fazendo reféns. Quem faz o índio refém é o homem branco."
Sabe, é incrível como eles não conseguem viver em paz mesmo dando lições de vida o tempo todo aos não indígenas que um outro mundo é possível, e ao contrario, eles vivem oprimidos por essa cultura capitalista e imperialista e quando lutam pelos seus "DIREITOS", os não indigenas oferecem uma imagem a midia, que os indios são "opressores" divulgando, muitas vezes, reportagens sensacionalista e com teores distorcidos.
Eles reinvidicam melhorias do atendimento médico, no transporte para hospitais, no saneamento básico, e que o coordenador da Funasa em São Paulo, Raze Rezek, seja demitido. Rezek já pediu demissão, mas ela não foi aceita pelo presidente da fundação, Danilo Forte. Ele disse, em Brasília, que está disposto a receber uma comissão de índios, mas só daqui a 15 dias. Os índios afirmam que só deixarão o acampamento depois que o coordenador da fundação for demitido.
De acordo com o indígena Darã, vice-presidente do Conselho Distrital de Saúde Indígena, a manifestação pede uma atuação mais eficiente da Funasa no Estado. "O saneamento nas terras indígenas não está sendo feito, os medicamentos estão atrasados e os veículos de assistência sucateados", afirmou.
Na noite de quarta-feira (6) contrariados, os indígenas saíram do prédio.
A decisão de desocupar o edifício foi tomada quando os índios souberam, por telefone, que a Justiça Federal em São Paulo havia deferido um pedido de reintegração de posse feito pela Funasa
Os líderes do movimento afirmaram então que não querem confronto e saíram antes mesmo da chegada do oficial de Justiça que trouxe a ordem de desocupação.Os indígenas decidiram, porém, continuar mobilizados, mas a pressão continua e eles dizem que vão manter o protesto.
Eles passaram a madrugada na calçada, improvisando acampamento em frente à sede da Coordenação Regional da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).
Os líderes do movimento pediram apoio ao Fundo de Solidariedade e Desenvolvimento Social e Cultural do Estado de São Paulo. A solicitação foi aceita e, na noite desta quinta-feira, receberam 150 cobertores e água.
A previsão é que uma nova reunião aconteça às 14h desta sexta-feira (8) com representantes da Funasa e do Ministério Público Federal na sede da defensoria, na Rua da Consolação.
Entretanto, os índios afirmam que só deixarão o acampamento depois que o coordenador da fundação for demitido.
Muitas noticias andam circulando pela mídia que na Funasa muitos funcionários estão como reféns, com relação aos “reféns”, o Cacique Guaracy nega que os funcionários sejam reféns dos indígenas. "Nós não estamos fazendo reféns. Quem faz o índio refém é o homem branco."
Sabe, é incrível como eles não conseguem viver em paz mesmo dando lições de vida o tempo todo aos não indígenas que um outro mundo é possível, e ao contrario, eles vivem oprimidos por essa cultura capitalista e imperialista e quando lutam pelos seus "DIREITOS", os não indigenas oferecem uma imagem a midia, que os indios são "opressores" divulgando, muitas vezes, reportagens sensacionalista e com teores distorcidos. Em resposta a alguns não indigenas que ainda ficam falando besteiras, respondo: Na verdade, as etnias indígenas viveram sempre em perfeito equilíbrio com o ecossistema, o que foi quebrado a partir das influências do elemento desestabilizador: "o homem branco". Fruto de uma colonização frente ao capitalismo, que condenou os indigenas a viverem em areas limitadas com recursos limitados. Negando ao indigena a possibilidade de continuar vivendo em perfeito equilibrio com a natureza, forcando-os a situação atual de dependencia, muitas vezes, do sistema não indigena.
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